quinta-feira, 29 de maio de 2014

7ª aula: Amidos e Fermentos


O amido é formado de 2 tipos de polímeros de glicose: amilose e amilopectina. A amilose é formada de cadeias lineares de glicose e a amilopectina é formada de cadeias ramificadas amido está disponível em abundância na natureza. O amido é encontrado em todas as formas de vegetais de folhas verdes, seja nas suas raízes, caules, sementes ou frutas. O amido serve a planta como alimento, proporcionando-lhe energia em épocas de dormência e germinação, tendo papel semelhante no ser humano, nos animais e até mesmo, em outros organismos e formas de vida. O homem utiliza o amido de muitas outras formas, além de sua finalidade inicial como fonte de energia biológica. Praticamente todos os setores industriais utilizam o amido ou seus derivados. (ORNELLAS, 2001)


Na Indústria em geral, mas principalmente na alimentícia, o amido é utilizado para alterar ou controlar diversas características, como textura, aparência, umidade, consistência, estabilidade no shelf life. Pode também ser utilizado para ligar ou desintegrar; expandir ou adensar; clarear ou tornar opaco; reter umidade ou inibi-la; produzir textura curta ou fibrosa; textura lisa ou polposa; coberturas leves ou crocantes. Também serve tanto para estabilizar emulsões quanto para formar filmes resistentes ao óleo. O amido ainda pode ser usado como auxiliar em processos na composição de embalagens e na lubrificação ou equilíbrio do teor de umidade. (ORNELLAS, 2001)

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Os fermentos são conhecidos como agentes de crescimento e porosidade, são responsáveis pela incorporação e produção de compostos gasosos, crescimento e textura leve e aerada. Sem fermento seria impossível obter massas leves, macias e elásticas características de pães e bolos. Classificam-se em: fermentos físicos, fermentos químicos ou fermentos biológicos. O fermento biológico é composto por leveduras, enquanto o químico é feito à base de bicarbonato de potássio. A forma como eles agem é bastante distinta. (PHILIPPI, 2006)

Os fungos do fermento vivo se alimentam da glicose da farinha de trigo, sua digestão produz as bolhas de gás carbônico que fazem a massa crescer. No fermento químico, o mesmo gás é obtido em reações do bicarbonato de sódio com algum ácido. O fermento em pó começa a reagir ao bater a massa, já às leveduras demoram um pouco a fazer seu trabalho e morrem no calor do forno. Assim, em receitas com fermentação biológica, como pães e pizzas, é necessário esperar a massa crescer antes de começar a assá-la. (PHILIPPI, 2006)

"Na aula prática sobre Amidos e Fermentos preparamos diversas receitas com o objetivo de observar os processos de gelatinização e retrogradação dos amidos. Também visualizamos e sentimos as propriedades, sobretudo sensoriais, não no sentido de sabor, mas principalmente em relação à consistência e textura de cada tipo de amido e fermento aplicado à sua preparação apropriada. Além disso, realizamos uma experiência onde pudemos evidenciar o comportamento do amido a determinadas temperaturas”. - BOX 4


6ª aula: Açúcares

Os carboidratos são compostos orgânicos formados por unidades denominadas sacarídeos. São classificados em: monossacarídeos (glicose, frutose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, dextrina, glicogênio e celulose). (PHILIPPI, 2006)

Açúcar é o termo empregado para designar os carboidratos mais simples, incluindo monossacarídeos e os dissacarídeos. O açúcar mais empregado na alimentação é a sacarose, dissacarídeo formado por glicose e frutose, encontrado principalmente na cana-de-açúcar e beterraba, mas também presente em frutas, vegetais e no mel. (PHILIPPI, 2006)

A glicose cristalizada é obtida pela hidrólise do amido de milho. É menos doce e menos solúvel em água. Além do milho, outro cereal utilizado para a obtenção de açúcar é a cevada. Pela germinação natural da cevada, é produzida a maltose, que é então processada, obtendo-se o extrato de malte. A lactose é o principal açúcar encontrado no leite. É menos solúvel do que os outros açúcares e de sabor menos doce do que a glicose. (PHILIPPI, 2006)

O açúcar é fonte de energia, devido ao seu elevado percentual de carboidratos. O melado de cana-de-açúcar (melaço) é rico em ferro e possui pequena porcentagem de cálcio e vitaminas do complexo B. A rapadura também tem valor nutritivo superior ao do açúcar refinado, contendo quantidades moderadas de ferro e cálcio. (PHILIPPI, 2006)

"O açúcar apresenta propriedades nutricionais e realiza funções importantes em uma preparação, alterando seu sabor e consistência. Durante a prática, preparamos receitas aplicando métodos de cocção e técnicas de preparo adequadas a cada tipo de açúcar, de modo a explorar suas diversas propriedades. Assim foi possível observar claramente as variações entre cada tipo de açúcar e suas finalidades específicas. Por exemplo, reparamos que o açúcar mascavo tem uma formação e propriedade diferente do açúcar de confeiteiro e por isso são usados em preparações diferentes e com objetivos diferentes." -BOX 4

5ª aula: Cereais


Os cereais são alimentos de origem vegetal, constituídos de grãos dentre os principais cereais cultivados estão o arroz, trigo, milho, aveia, centeio, cevada, tricalhe. E por serem de baixo custo; ter alto valor nutritivo (fibras, minerais, proteínas, vitaminas, e carboidratos), e pela variedade de formas de utilização estão muito presentes hábito alimentar. (PHILIPPI, 2006)


Para obter sucesso nas preparações destes, devem-se atentar as adições de açúcares, ácidos, temperatura e batimento, pois esses fatores podem interferir na gelatinização do amido que constitui um fator determinante para a consistência das preparações. Ressaltando ainda que tanto o tempo de cozimento quanto o rendimento, bem como as características sensoriais, irá variar entre os cereais. Por exemplo, dentre os vários tipos de arroz cada um apresenta sua peculiaridade, como por exemplo, o integral que possui cor, textura diferentes do arroz convencional, pois dele é retirado apenas á casca, portanto é o mais nutritivo de todos. 


Por muitos anos, acreditou-se que a massa tivesse sido trazida do Oriente médio, por Marco Polo, quando retornava de sua expedição em 1291. Entretanto, nas ruínas de Pompéia, foram encontrados utensílios para o preparo de massas.


De acordo com a Resolução n° 93, de 31 de outubro de 2000, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, massa alimentícia é o produto não fermentado, apresentado sob várias formas, recheado ou não, obtido pelo empasto, amassamento mecânico de farinha de trigo comum e/ou sêmola/semolina de trigo e/ou farinha de trigo durum e/ou derivados de cereais, leguminosas, raízes ou tubérculos, adicionado ou não de temperos e/ou complementos, isoladamente ou adicionados diretamente à massa. (PHILLIPI, 2006)


A qualidade final das massas é resultado de inúmeros fatores: tipo, tamanho e formato do utensílio, equipamento e qualidade, a proporção e a temperatura dos ingredientes; ordem e modo de preparo; temperatura e tempo para assar; temperatura e tempo na forma após assar.


Quanto ao armazenamento das massas, deve-se tomar alguns cuidados:

  • Para massas frescas: sob refrigeração – não ultrapassar uma semana de armazenagem. Observar as orientações do fabricante;
  • Para massas congeladas: congeladas por cerca de dois meses;
  • Para massas secas: local seco e fresco e nas embalagens originais. Após abertas guardadas em latas ou vidros bem fechados. Massa com ovos tem validade menor (gordura do ovo pode sofrer rancificação lipídica). Ver as recomendações do fabricante.


"Quanto à aula de cereais em particular, por estarmos habituados a preparar e comer os cereais mais convencionais, como arroz branco e milho por exemplo; e também às vezes prepararmos uma massa sem atentar a sua composição e afins, achamos interessante conhecer os diferentes tipos de arroz, e massas, e poder perceber na prática como é grande essa variedade e suas peculiaridades, e como se faz importante esse conhecimento, pois nos auxilia a alcançar um melhor rendimento e uma maior aceitabilidade." - BOX 4


4ª aula: Leguminosas

As leguminosas são grãos contidos em vagens ricas em tecido fibroso. Existem muitas espécies de leguminosas, como: feijões (preto, roxinho, fradinho, mulatinho, branco, jalo, rosinha, verde, canário, azuki), lentilha, grão-de-bico, soja, ervilha, fava e amendoim. (PHILPPI, 2006). Espécies como ervilhas e vagens podem ser consumidas quando ainda estão verdes.


Elas devem figurar com frequência nos cardápios, porém em termos nutricionais elas oferecem apenas proteínas de limitado valor biológicas, o que torna necessário a combinação correta com alguns cereais, como por exemplo, o típico 'arroz com feijão', ou complementadas com proteínas de carne, leite, ovos, com exceçãá soja que é quase completa (contém teor adequado de aminoácidos essenciais, com exceção apenas da metionina). (ORNELLAS, 2001). Estas combinações corrigem o aminograma fornecendo a cota normal diária de proteínas e metade do consumo energético para um adulto saudável. (ORNELLAS, 2001)


As etapas de preparação, por exemplo, a fervura e remolho, são cruciais para o sucesso da preparação, pois através delas é possível aumentar o rendimento e melhorar a digestibilidade da preparação. Por exemplo, o remolho pode aumentar em até 100% o rendimento das leguminosas. Destacando ainda as inúmeras vantagens de se incluir as leguminosas em cardápios, por serem alimentos de preço mais baixo, por terem um bom rendimento, ressaltando que embora as leguminosas sejam alimentos mais simples e de baixo custo, através delas podem ser feitas várias preparações sofisticadas e bem nutritivas, sendo um bom diferencial para o cardápio.



"Sobre a aula de leguminosas, a princípio não pareceu ser muito atrativa, a sopa de ervilha com bacon e croutons nos surpreendeu bastante e foi a que mais agradou a todos. Ela também nos impressionou quanto ao seu bom rendimento e sabor agradável. E ainda percebermos como um incremento, no caso o bacon, deu um aspecto diferenciado à preparação." -BOX 4


3ª aula: Frutas e Hortaliças


As hortaliças são vegetais normalmente cultivados em horta, compreende as partes comestíveis das plantas; raízes tuberosas, tubérculos, caules, folhas, frutos e sementes. (ORNELLAS, 2007). Hortaliça é a denominação genérica para legumes e verduras, que são plantas ou partes de plantas que servem para o consumo humano, como folhas, flores, frutos, caules, sementes, tubérculos e raízes. (PHILIPPI, 2006)


É de grande importância a presença delas na alimentação cotidiana, devido ao seu alto valor nutricional em função de serem ricas em vitamina C, vitaminas do complexo B, provitamina A, e minerais (cálcio, potássio, magnésio e ferro). Elas ainda fornecem fibras solúveis e insolúveis. (PHILIPPI, 2006)



 Já as frutas são realmente os frutos de certas plantas, porém esses frutos apresentam características especiais: geralmente de natureza polposa, aroma próprio, ricos em açúcares solúveis, de sabor doce, muitos deles ricos em sucos, de sabor agradável e podendo ser consumido, na maioria das vezes in natura. (ORNELLAS, 2007)


Também constituem importante fonte de nutrientes, pois elas fornecem vitaminas (vitamina C, caroteno), minerais (sódio e ferro), carboidratos, e fibras. Uma vez que elas contêm pouca quantidade de gorduras, se tornam ótimas opções para incluir nas refeições, e intervalos das refeições. Ressalva de que para um melhor aproveitamento nutricional destas, é necessário consumi-las in natura.


Quanto aos cuidados, a fruta própria para consumo deve ser procedente de espécimes vegetais genuínos e sãos, e satisfazer às seguintes condições mínimas:
  • Estar fresca;
  • Ter atingido o grau máximo de qualidade em relação ao tamanho, aroma, à cor e ao sabor próprios da espécie e variedade;
  • Estar isenta de umidade externa anormal, aroma e sabor atípicos.

TABELAS DE SAFRA
Início de Safra
Safra
Fim de Safra
Entressafra


Frutas Nacionais
 Produtos
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Abacate

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul





Abacaxi Haway
Jan
Fev
Mar









Abacaxi Perola





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Ameixa
Jan









Nov
Dez
Banana Nanica



Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out


Banana Maçã

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun






Banana Prata



Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out


Cajú

Fev


Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out


Caqui


Mar
Abr








Figo
Jan
Fev
Mar
Abr








Fruta do Conde

Fev
Mar









Goiaba
Jan
Fev
Mar







Nov
Dez
Jabuticaba








Set
Out


Laranja




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Limão

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul





Mamão



Abr
Mai
Jun



Out
Nov

Mamão Haway
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set



Manga
Jan








Out
Nov
Dez
Maracujá Azedo
Jan
Fev
Mar








Dez
Maracujá Doce
Jan
Fev










Melancia
Jan








Out
Nov
Dez
Melão


Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out


Morango





Jun
Jul
Ago
Set



Nectarina










Nov
Dez
Nêspera








Set
Out
Nov

Pêssego










Nov
Dez
Tangerina Cravo



Abr
Mai







Tangerina Murcot






Jul
Ago
Set



Tangerina Poncan



Abr
Mai
Jun
Jul





Uva Itália
Jan
Fev
Mar
Abr








Uva Niágara
Jan
Fev











Frutas Importadas
Produto
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Ameixa
Jan
Fev
Mar









Cereja











Dez
Maçã



Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out


Pera


Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago




Uva



Abr
Mai
Jun
Jul






Outros
Produto
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Alho Estrangeiro
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul





Batata
Jan
Fev
Mar





Set
Out
Nov
Dez
Cebola
Jan
Fev
Mar





Ser
Out
Nov
Dez
Côco Seco


Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set



Ovos
Jan
Fev







Out
Nov
Dez
Pinhão




Mai
Jun






Milho de Pipoca
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
  
Folhosos
Produto
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Acelga




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Agrião




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Alface




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Alho Porró





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Almeirão




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Aspargo
Jan
Fev
Mar







Nov
Dez
Brócolos





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Catalonha




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Cebolinha

Fev
Mar
Abr





Out
Nov
Dez
Chicória





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Coentro




Mai
Jun



Out
Nov

Couve
Jan





Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Couve Flor






Jul
Ago
Set
Out


Erva Doce





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Escarola
Jan




Jun
Jul
Ago
Set


Dez
Espinafre





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Gobô

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun






Louro

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Mostarda






Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dex
Moyashi
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul





Nabo




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Rabanete





Jun
Jul


Out
Nov

Repolho
Jan
Fev






Set
Out
Nov
Dez
Rúcula




Mai



Set
Out
Nov
Dez
Salsa




Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Salsão
Jan



Mai



Set
Out
Nov
Dez

   Vegetais           
Produto
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Abóbora Japonesa
Jan
Fev



Jun
Jul




Dez
Abóbora Moranga
Jan
Fev



Jun
Jul
Ago




Abóbora Seca
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul



Nov
Dez
Abobrinha Brasileira
Jan
Fev








Nov
Dez
Abobrinha Italiana
Jan
Fev
Mar
Abr





Out
Nov
Dez
Alcachofra





Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Batata Doce
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun





Dez
Berinjela


Mar
Abr
Mai


Ago
Set
Out


Beterraba
Jan







Set
Out
Nov
Dez
Cará

Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set



Cenoura
Jan




Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Chuchu



Abr
Mai




Out
Nov
Dez
Cogumelo
Jan



Mai
Jun



Out
Nov
Dez
Gengibre



Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set



Inhâme


Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov

Jiló
Jan







Set
Out
Nov
Dez
Mandioca


Mar
Abr
Mai
Jun






Mandioquinha
Jan







Set
Out
Nov
Dez
Maxixe
Jan
Fev
Mar







Nov
Dez
Pepino
Jan
Fev
Mar






Out
Nov
Dez
Pimenta
Jan
Fev







Out
Nov
Dez
Pimentão
Jan
Fev







Out
Nov
Dez
Quiabo
Jan
Fev
Mar
Abr






Nov
Dez
Tomate
Jam




Jun



Out
Nov
Dez
Vagem Macarrão
Jan








Out
Nov
Dez
Vagem Manteiga
Jan








Out
Nov
Dez

Fonte: Hortifrutigrangeiros.

Disponível em: <http://www.horti.com.br/home/dicas/safras/index.htm>. Acesso em: 01 fev. 2008.

"Em termos de técnicas dietéticas, é importante nos atermos às técnicas de pré-preparo, como o ato de descascar para minimizarmos ao máximo os eventuais desperdícios, e além disso, atentarmos também às diferentes formas e tempo de cocção, para que não ocorra muitas perdas nutricionais e sensoriais." - BOX 4